Quais os riscos da pílula anticoncepcional

Quais os riscos da pílula anticoncepcional
Imagem: circulandonews.com.br

A pílula anticoncepcional é um contraceptivo oral com uma taxa de sucesso que ronda os 99%. Para além de prevenir a gravidez, a pílula anticoncepcional pode ajudar em outras condições como para minimizar a cólica menstrual, o excesso de menstruação, a tensão pré-menstrual, para regular o ciclo menstrual, tratar a acne e para o tratamento do síndrome de ovários policísticos. No entanto, o uso da pílula possui efeitos colaterais, tal como qualquer outro medicamento. Para saber quais os riscos da pílula anticoncepcional, continue lendo este artigo de umComo e se informe conosco.

Riscos da pílula anticoncepcional: dor de cabeça e náuseas

Dor de cabeça e náuseas são dois dos efeitos colaterais que podem surgir com o uso da pílula anticoncepcional. Estes sintomas podem ser normais nas primeiras semanas de uso da pílula, mas se após cerca de 3 meses estes sintomas persistirem deverá consultar o seu médico ou ginecologista, pois pode ser necessário trocar de pílula ou suspender o método por um tempo e ver se a dor de cabeça e náuseas continuam.

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Riscos da pílula anticoncepcional: ausência de menstruação

A ausência de menstruação ao tomar a pílula anticoncepcional pode ser algo intencional ou não. Pois caso você esteja fazendo uso contínuo da pílula anticoncepcional sem realizar as pausas, a menstruação não vai ocorrer. Isso é normal, mas também pode acontecer você estar tomando a pílula realizando as pausas entre cartelas (momento em que deveria ocorrer menstruação) e surgir a amenorreia, ou seja, ausência de menstruação. Esta situação pode estar relacionada ao fato de estar usando uma pílula com uma dose baixa de estrogênio. Se este for o seu caso, deverá consultar o seu médico ou ginecologista para que lhe seja recomendada uma pílula com uma dose mais alta de estrogênio.

Também pode ocorrer ausência de menstruação quando após algum tempo de uso da pílula, a mulher decidir parar de tomar o anticoncepcional. É comum estar de 1 a 2 meses sem menstruação caso tenha usado a pílula por um período prolongado, mas caso fique mais de 3 meses sem menstruar deverá consultar o seu ginecologista para averiguar do que se trata.

No entanto, a ausência de menstruação também pode indicar uma falha contraceptiva da pílula pelo que deverá fazer um teste de gravidez para comprovar se está ou não grávida.

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Riscos da pílula anticoncepcional: sangramento de escape

O sangramento de escape é quando ocorre uma perda de sangue pela vagina num período fora da menstruação. Este é dos efeitos colaterais mais comuns da pílula anticoncepcional e pode surgir devido à fragilidade das paredes do útero nos primeiros ciclos do uso da pílula. O sangramento de escape não significa que houve uma falha na ação contraceptiva da pílula.

Tomar sempre a pílula à mesma hora e nunca se esquecer de tomar a pílula pode ajudar a diminuir o sangramento de escape. Além disso, com o tempo de uso da pílula o sangramento de escape tende a diminuir.

Riscos da pílula anticoncepcional: aumento de peso

Sempre se ouviu falar em aumento de peso causado pelo uso da pílula anticoncepcional, mas a verdade é que esta relação não está provada cientificamente. O que apenas se sabe é que as pílulas anticoncepcionais provocam alterações hormonais que podem causar retenção de líquidos o que, por conseguinte deixa a mulher mais inchada e pesada.

Riscos da pílula anticoncepcional: diminuição da líbido

A redução do desejo sexual relacionado com o uso da pílula anticoncepcional também é outro tema bastante discutido. A pílula anticoncepcional pode causar uma diminuição da libido devido à redução da produção de testosterona no organismo, porém outras mulheres relatam que o uso da pílula aumentou o desejo sexual. Por isso, o melhor é conversar com o seu ginecologista e trocar de pílula, caso este considere necessário.

Riscos da pílula anticoncepcional: trombose

Tomar pílula anticoncepcional aumenta o risco de trombose. Mas apenas acontece quando a mulher apresenta outros fatores de risco cardiovasculares como diabetes, colesterol elevado ou pressão alta. Fumadores que tomam pílula também aumentam ainda mais o risco de trombose. Por isso, o melhor é ficar sempre atenta e fazer consultas no médico com regularidade para ir avaliando estes fatores de risco.

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