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Como melhorar a convivência do casal

Por Sara Viega. Atualizado: 22 agosto 2019
Como melhorar a convivência do casal
Imagem: zia.mobi

Não é segredo para ninguém: a convivência é difícil. E por mais apaixonados que estejam não é simples, porque se trata de duas pessoas com crenças, hábitos e manias próprias habitando em um mesmo espaço. No entanto, aprender a conviver juntos é fundamental se quiserem que a relação vá para a frente de forma positiva, e algumas sugestões poderiam ajudar a tornar o dia a dia mais tolerável. Em umComo.com.br damos-lhe várias dicas para você descobrir como melhorar a convivência e fazer a relação crescer.

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Passos a seguir:
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É claro que para ter uma relação de casal bem-sucedida não podem faltar aspectos essenciais como o respeito e a comunicação, mas neste caso abordaremos soluções mais pontuais supondo que como casal, estes valores estejam presentes. Se, pelo contrário, tiverem sido perdidos, melhorar a convivência talvez exija um esforço muito maior.

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Básico e essencial: você pode não acreditar, mas a vida em casal é uma constante negociação, por isso é preciso aprender a ceder. Nem sempre as coisas poderão ser feitas como e quando você quer, deve haver o equilíbrio necessário. Hoje vocês comem o que você tem vontade, amanhã o que o outro tem vontade e assim com tudo. Dificilmente outra pessoa poderá fazer tudo exatamente do modo que você faz, por isso é muito importante entender nossas diferenças, aceitá-las e aprender a negociar e ceder em prol de uma boa convivência. Se cada um se fechar em seus desejos, sem negociar, a relação se tornará um campo de batalha ou um cenário no qual apenas um é feliz enquanto o outro não pára de ceder. É isso que você quer? Supomos que não, por isso seja mais flexível!

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Algo que ajuda muito na convivência do casal é o trabalho pessoal. Detectar aquelas atitudes que sabemos que, morando com outra pessoa, poderiam dificultar a convivência. Por exemplo, se você é muito desorganizado deve ser consciente que esse é um ponto a ser trabalhado; faça-o e dê o seu melhor processo. Ainda que a outra pessoa tenha aceitado morar com você com seus defeitos e suas virtudes, é fato que podemos nos esforçar um pouco para tornar mais tolerável o dia a dia sem morrer na tentativa.

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Isto vale especialmente para as meninas, ainda que se aplique a ambos: não existem bolas de cristal, a outra pessoa não pode adivinhar o que você quer, como quer nem onde quer se você não lhe disser. Durante o nosso crescimento recebemos determinada educação e, quer você queira quer não, você carrega muitos desses hábitos quando decide morar junto; você gosta das coisas de determinada forma, mas se não comunicar isso, como o outro poderia ficar sabendo? A maior parte dos problemas de convivência surge por este motivo, por isso lembrem-se sempre de falar, explicar seus pontos de vista e de manter uma comunicação ativa e saudável.

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Empatia: ter a capacidade de se colocar no lugar do outro. Que bela palavra, mas você faz isso na pratica? Entender, por exemplo, que sua namorada se chateia ao encontrar a tampa da privada sempre levantada ou a pia cheia de cabelo, colocar-se no lugar dela e saber que evitar uma discussão depende de você é fundamental para deixar de fazê-lo. Ligar se você não for comer em casa ou se for chegar tarde, conseguir se colocar no lugar do seu parceiro(a) e poder perceber que certas ações poderiam ser irritantes, é de grande ajuda para a convivência, tenha isso em consideração e aplique-o.

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Consulte o companheiro(a) para tudo aquilo que diga respeito a ambos, por exemplo, os planos para o fim de semana, convidar amigos para o apartamento, fazer uma festa em casa. Não se trata de dependência na hora de tomar decisões, mas de que a vida de casal é uma vida a dois, e para construir são necessárias as quatro mãos, por isso as resoluções devem ser tomadas por duas cabeças.

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A casa, esse espaço que dividem, deve ser um refúgio todos os dias, não um palco de hostilidades. Aprendam a trabalhar a dois, a colaborar, a tornar mais tolerável o dia a dia, para que chegar a casa seja um prazer e não uma tortura, seja conversar e relaxar e não discutir e se estressar. Claro que não é simples, exige trabalho, mas por acaso não são assim todas as coisas boas da vida?

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